segunda-feira, 22 de junho de 2009


Pessoal
Amanhã estarei em Baturité - CE realizando palestra sobre "Violência na Escola".
Logo, logo compartilho material...
Abraços!

Obrigada Carla De Carli por ter me enviado email com este site bem legal.
Beijocas!

Pesquisando...
Encontrei um material muito interessante neste site www.makingabridge.com

Vamos aproveitar... São textos assinados por Daniela Cosme e Joana Graça.
Parabéns pelo excelente material!

Aqui está:

Ludoterapia: A terapia pelo brincar


Todos sabemos como é importante para a criança brincar, pois é através do brincar que ela expressa as suas emoções e conflitos. O brincar representa para a criança a ponte que permite ligar o mundo interno de sonhos, desejos e fantasias ao mundo externo com suas limitações reais. A criança quando brinca vai descobrindo os contornos da sua vida emocional e elaborando o significado interno das suas vivências de contacto com a realidade e com as figuras importantes de relação.

Os brinquedos assumem a função de mediadores na interacção, entre o psicólogo e a criança, facilitando a comunicação tanto verbal como não verbal.

Na ludoterapia a criança brinca com brinquedos específicos que fazem parte da “mala do ludo”, pode também desenhar, ou simplesmente conversar, desta forma, a criança tem a possibilidade de manifestar os seus medos, ansiedades, defesas e com o apoio do psicólogo gradualmente vai-se organizando internamente, desenvolvendo novas capacidades e aprendendo novas respostas para enfrentar situações emocionalmente exigentes.

As crianças são por si só a expressão da espontaneidade, da energia e da alegria, esta é a sua natureza, quando acontecem desequilíbrios, seja quais forem as causas, cabe a nós adultos, dar-lhes a mão e ajudá-las a voltar a encontrar o seu equilíbrio e a sua naturalidade.


“O prazer mais nobre é o júbilo de crescer e compreender”
Leonardo da Vinci

O auxílio dos florais


Olá pessoal
Gosto bastante de abordar o uso de florais, vejo resultados excelentes.
Conheça alguns:

Florais de Bach


Os florais e Dr. Bach

Entre 1939 e 1936, um médico inglês chamado Dr. Edward Bach, observou que as doenças eram originárias das alterações e desequilíbrios emocionais. Diante desta descoberta, desenvolveu um método de cura natural utilizando as essências das flores silvestres. Dr. Bach selecionou 38 essências florais constituindo-se num sistema de cura completo da mente através do qual é possível equilibrar aspectos positivos e negativos da cada personalidade, com o objetivo de deixar-nos mais saudáveis.
Os remédios baseados nas essências florais não causam nenhum tipo de dependência orgânica ou psíquica, nem efeitos colaterais sendo inclusive reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde podendo ser utilizados junto a outros métodos terapêuticos.

Outros florais:

Além dos florais de Bach existem outros tipos de florais como os californianos, os florais de minas, os australianos que poderão ser utilizados separadamente ou misturados.
Aqui estarei disponibilizando os Florais de Bach, os demais florais somente em consulta.

Florais na psicopedagogia:

Os florais, na psicopedagogia, tem o objetivo de auxiliar como complemento no tratamento, não dispensando de forma alguma a intervenção do psicopedagogo.
É importante lembrar que os florais só deverão ser ministrados após o diagnóstico, para que possamos identificar o que o sujeito realmente necessita. Se percebermos, na anamnese, que a mãe ou o pai necessita de algum floral podemos também recomendar.
Devemos, antes de receitar um floral, explicar o que são os florais e perguntar se desejam que o paciente seja medicado com florais e se desejam também para si (os pais ou responsáveis), se for o caso.

Quantidade de florais:

Recomendamos em média três essências, no máximo até seis remédios florais. Lembre-se que quanto menos florais, o efeito é melhor quando se concentra no sintoma mais grave. Numa nova reavaliação, pode-se continuar ou acrescentar uma nova essência.
De início, a pessoa é tentada a escolher vários florais no intuito de corrigir vários problemas, porém é importante escolher os florais que estejam mais próximos da situação vivida pelo paciente, selecionando os sintomas mais crônicos. Analise com cuidado todas as essências e selecione as que estiverem mais próximas dos sintomas.

Conservante:

É importante se colocar o conservante para que a essência não se estrague rápido. O ideal é usar 30% de brandy (conhaque de uva) um conservante que evita a proliferação de microorganismos prejudiciais à saúde.
Para bebês e pessoas com úlcera não é indicado se colocar o conservante ou pode-se diminuir para 10%, mas deve ser guardado em geladeira e o prazo de validade cai de 90 dias com conservante para 20 dias no máximo sem conservante.
A quantidade ingerida de álcool ao final do dia equivale a duas gotas, portanto não é preciso se preocupar, pois não há perigo de dependência.

Dosagem:

4 gotas sublingual, 4 vezes ao dia (Antes de engolir, deixar o líquido alguns segundos na boca). Evitar encostar o conta-gotas na língua ou qualquer região da boca para evitar contaminação.
O período mais importante é quando acordar e antes de dormir, as outras duas pode-se tomar ao longo do dia. Se esquecer de tomar num horário não tome junto 8 gotas por exemplo, dê um tempo para tomar a outra dose.

Conservação:

Mantenha o frasco em lugar seco e ao abrigo da luz. Deixe-os longe de aparelhos eletro-eletrônicos como televisão, forno de microondas, computador. Mantenha-o longe de fornos para que não esquente e altere sua composição.

Período:

Durante 45 dias para uma reavaliação. Este é um tempo suficiente para já se notar uma melhora. Caso contrário, é importante uma reavaliação com o terapeuta.

Uso com outros medicamentos:

Não há problemas em usar juntamente com remédios alopáticos. Na terapia floral não tratamos a doenças, mas as causas que podem estar levando o sujeito a ficar doente.

Outras formas de composição:

Podemos encontrar além dos frascos, florais em creme como o de Bach e o Exultat Gellu), em emplastos ou pingado diretamente sobre a pele. Para purificar o ambiente podemos encontrar em forma de sprays e incensos. Pode-se colocar na água que será bebida por um grupo como a família.
É importante lembrar que o tratamento com os florais deverá ter acompanhamento de um terapeuta.

As essências

Rescue Remedy – É o remédio de urgências e socorro. Deve ser utilizado para resgatar o equilíbrio de nossa energia abalada por algum trauma proveniente de situações como: más notícias, acidentes (com ou sem perda de consciência), aborto, perda de uma pessoa querida.

Medo
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Aspen – Medos vagos e indefinidos, ansiedades, tremores, maus pressentimentos.
Cherry Plum – Impulsos difíceis de controlar, medo de machucar alguém ou a si mesmo por perder o controle. Depressão.
Mimulus – Medo de coisas conhecidas como doenças, escuro, dor. Usado também para timidez, acanhamento, cacoetes.
Red Chestnut – Pessoa ansiosa, antecipa problemas, pessimismo, imagina sempre o pior, superproteção (preocupação excessiva com os outros, medo exagerado que aconteça o pior às pessoas que ama).
Rock Rose – Urgências, emergências graves. Susto, medo, pânico, terror, quando se tem contato com a morte ou com o mal, inconsciência.

Insegurança e Indecisão
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Cerato – Falta de confiança em si mesmo para tomar decisões. Indeciso, sempre pedindo conselho aos outros. (Indicado para alunos que não tem confiança em si mesmos, em situações como falar em público).

Gentian – Dúvida, desânimo diante de situações imprevistas, sem ânimo, falta de coragem, sentimento de fracasso. (Indicado para alunos com baixa auto-estima que não tem vontade de continuar diante do fracasso).

Gorse – Desesperança, desespero, pessoa que desistiu da luta, pessimismo. (Indicado para alunos também com baixa auto-estima que se sentem fracassadas).

Hornbean – cansaço passageiro, não cumpre as obrigações diárias, acorda cansado, convalescência, deixa tudo para depois. (Indicado para crianças que não tem iniciativa de fazer as tarefas escolares, deixam tudo para depois)

Scleranthus – Incerteza, indecisão diante de duas opções, hesitação. (Indicado para alunos que ficam inseguros nas provas).

Wild Oat – Incerteza quanto à carreira. Dúvida quanto à vocação. (Indicado para alunos que estão para prestar o vestibular e ainda não se decidiram quanto à carreira)

Solidão
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Heather – Tagarela, detesta ficar sozinho, necessidade de contar os problemas para todo mundo, muito preocupado consigo mesmo.

Impatiens – Impaciência com pessoas mais lentas, irritabilidade, ansiedade, tensão mental. (Indicado para pais que já perderam a paciência com os filhos)

Water Violet – Silencioso, reservado, orgulhoso, distante, pouco envolvimento, introspecção, gosta de estar só, evita discussões, silencia sobre dores e desgostos. (Indicado para crianças e adolescentes que passam muito tempo no quarto sozinhos e isolados).

Falta de concentração, desinteresse no presente
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Clematis – Sem concentração, distraído, desligado, fantasioso, apatia.

Chestnut Bud – Repetição de erros, lento no aprender, falta de observação ou interesse, não aprende com os erros.

Honeysuckle – Vive preso às lembranças do passado, saudades, não vive o presente nem se projeta para o futuro.
Mustard – Melancolia súbita que surge sem explicação, podendo levar a uma depressão. Perda da alegria e profunda tortura mental.

Olive – Esgotamento mental ou físico, exaustão.

White Chesnut – Pensamento indesejados que atormentam, prisioneiro dos próprios pensamentos, inquietação e tagarelice mental, dificuldade para meditar.

Wild Rose – Conformismo, resignação, não se esforça para melhorar, apatia, não luta.

Sensibilidade excessiva a opiniões alheias
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Agrimony – grande angústia interior disfarçada por uma alegria superficial, não assume os sentimentos.

Centaury – Timidez, às vezes submisso, descuida-se de si para agradar os outros, geralmente são pessoas exploradas, pessoas fracas, influenciáveis facilmente.

Walnut – Períodos de adaptação, mudanças, transições. (Indicado para crianças em períodos de adaptação escolar, mudanças de escola, de casa, de trabalho, puberdade, gravidez, menopausa, divórcio etc.)

Holly – amor bloqueado, emoções fortes, amor incondicional, sensibilidade excessiva (Indicado para crianças muito dependentes dos pais).

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Algumas personalidades encontradas no dia-a-dia da escola:


Agressividade: Quando uma criança é chamada de “agressiva”, “rebelde”, “desobediente”, “rude”, ou se diz “está pondo para fora” as emoções, deve-se ter presente que estes são todos os rótulos resultantes de julgamentos. Às vezes, a criança é vista como agressiva quando está simplesmente manifestando raiva. As crianças que se envolvem em comportamentos hostis e destrutivos, devem ser vistas de acordo com OAKLANDER (1989), como crianças que possuem sentimentos profundos de ira, sentimento de rejeição, insegurança, ansiedade, sentimentos de mágoa, e muitas vezes, um senso de identidade confuso. Esta criança tem também uma opinião pobre a respeito do seu eu. É incapaz de expressar o que está sentindo, ou não está disposta a isso, ou ainda tem medo de manifestar seus sentimentos; pois se o fizer poderá perder a força que reúne para se envolver nos comportamentos agressivos. Este tipo de criança necessita de muita atenção e carinho.

Raiva: É um sentimento honesto, normal. Todo mundo tem raiva. Numa idade bastante precoce as crianças aprendem a suprimir estes sentimentos, experenciando em vez disso, vergonha como resultado do desagrado da mãe ou então culpa pelos sentimentos de raiva e ressentimento que as oprimem.


Hiperatividade: A criança hiperativa pode ter dificuldade em ficar sentada quieta, remexe-se, tem a necessidade de se mover muito, às vezes, fala excessivamente, pode ter maneirismos desagradáveis, bate nas outras crianças, provocam vários tipos de discussões e conflitos, tem dificuldade em controlar suas necessidades, é impulsiva, geralmente tem uma coordenação ou controle muscular pobre; é desajeitada, deixa cair objetos, bate, quebra e derruba. Tem dificuldade em fixar sua atenção, distrai-se facilmente. Algumas vezes, faz um monte de perguntas, mas raramente espera as respostas.
Sugestões: utilizar atividades com materiais como: argila, areia, água, lama ou pintura com os dedos, acompanhar o rápido focalizar e refocalizar de atenção, fazer com que perceba o que está fazendo, colocar música clássica enquanto pintam massagear as costas ou as mãos das crianças, utilizar exercícios de respiração e relaxamento, permitir que corram, que caminhem em grupos, que conversem uns com os outros e que tenham oportunidade de escolhas. Todas as crianças precisam experenciar a tomada de decisão, para reforçar o seu eu; especialmente as crianças hiperativas precisam da oportunidade de exercitar sua vontade e julgamento de modo positivo.


Insegurança: A criança que sente a necessidade de apegar-se fisicamente aos outros possui um senso tão vago de si mesma que se sente bem apenas quando pode fundir-se com outra pessoa. Trabalhar com estas crianças envolve experiências progressivas do fortalecimento do seu senso de si próprias.
Podemos principiar com atividades sensoriais; passamos depois para exercícios físicos e jogos que envolvam uma familiarização com sentimentos, auto-imagem, imagem corporal, e tudo isso com experiências que envolvam fazer escolhas e expressar opiniões. À medida que trabalhamos, emerge material a ser elaborado, pois esta criança é um ser humano real, vivo, importante e único, que até então tinha se perdido.


*Material retirado e resumido de diversos textos da área psicopedagógica (web).

quinta-feira, 18 de junho de 2009


Olá pessoal.

Tenho recebido email dos amigos que já conheceram este blog.

Obrigada pelo carinho!

Mas... não esqueça de deixar comentários.

Beijocas para todos!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Pequenos Gestos...


É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano...
Vejamos:
A mais longa caminhada só é possível passo a passo...
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...
Os milênios se sucedem, segundo a segundo...
As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes...
A imponência do pinheiro e a beleza do ipê começaram ambas na simplicidade das sementes...
Não fosse a gota e não haveria chuvas...
O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos e a mais bela construção não se teria senão a partir do primeiro tijolo...
As efetuadas imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
Como já refere o adágio popular, nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias...
É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à "Ave Maria", de Bach, e à "Aleluia", de Hendel...O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor, dispensou a fragilidade do berço...... Assim também o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia a dia...Ninguém pode mudar o mundo, mas podemos mudar uma pequena parcela dele: esta parcela que chamamos de "Eu".Não é fácil nem rápido...Mas vale a pena tentar!

sexta-feira, 12 de junho de 2009





Termos e significados usados na psicopedagogia

e áreas afins


O conhecimento de alguns termos é de fundamental importância para profissionais da área de educação e saúde mental. Pensando nisso selecionamos abaixo alguns termos para que possam servir de consulta. Não é nossa intenção explanar sobre cada um deles, mas apresentar apenas um breve significado. Cabe ao profissional buscar outras fontes para se aprofundar sobre causas, sintomas e tratamentos.
Aprendizagem - É o resultado da estimulação do ambiente sobre o indivíduo já maturo, que se expressa diante de uma situação-problema, sob a forma de uma mudança de comportamento em função da experiência.
Agnosia - Etimologicamente, a falta de conhecimento. Impossibilidade de obter informações através dos canais de recepção dos sentidos embora o órgão do sentido não esteja afetado. Ex. a agnosia auditiva é a incapacidade de reconhecer ou interpretar um som mesmo quando é ouvido. No campo médico está associada com uma deficiência neurológica do sistema nervoso.
Afasia - Perda da capacidade de usar ou compreender a linguagem oral. Está usualmente associada com o traumatismo ou anormalidade do sistema nervoso central. Utilizam-se várias classificações tais como afasia expressiva e receptiva, congênita e adquirida.
Agrafia - Impossibilidade de escrever e reproduzir os seus pensamentos por escrito.
Alexia - Perda da capacidade de leitura de letras manuscritas ou impressas.
Anamnese - Levantamento dos antecedentes de uma doença ou de um paciente, incluindo seu passado desde o parto, nascimento, primeira infância, bem como seus antecedentes hereditários.
Anomia - Impossibilidade de designar ou lembrar-se de palavras ou nome dos objetos.
Anorexia - Perda ou diminuição do apetite.
Anoxia - Diminuição da quantidade de oxigênio existente no sangue.
Apnéia - Paragem voluntária dos movimentos respiratórios: retenção da respiração.
Apraxia - Impossibilidade de resposta motora na realização de movimento com uma finalidade. A pessoa não realiza os movimentos apesar de conhecê-lo e não ter qualquer paralisia.
Ataxia - Dificuldade de equilíbrio e de coordenação dos movimentos voluntários.
Autismo - Distúrbio emocional da criança caracterizada por incomunicabilidade. A criança fecha-se sobre si mesma e desliga-se do real impedindo de relacionar-se normalmente com as pessoas. Num diagnóstico incorreto pode ser confundido com retardo mental, surdo-mudez, afasia e outras síndromes.
Bulimia - Fome exagerada de causa psicológica.
Catarse - Efeito provocado pela conscientização de uma lembrança fortemente emocional ou traumatizante até então reprimida.
Catatonia - Síndrome complexa em que o indivíduo se mantém numa dada posição ou continua sempre o mesmo gesto sem parar. Persistência de atitudes corporais sem sinais de fadiga.
Cinestesia - Impressão geral resultante de um conjunto de sensações internas caracterizado essencialmente por bem-estar ou mal-estar.
Complemento (Closure) - Capacidade de reconhecer o aspecto global, especialmente quando uma ou mais partes do todo está ausente ou quando a continuidade é interrompida por intervalos.
Consciência fonológica - Denomina-se consciência fonológica a habilidade metalinguística de tomada de consciência das características formais da linguagem. Esta habilidade compreende dois níveis:1. A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras; as palavras, em sílabas e as sílabas, em fonemas.2. A consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas (rima, por exemplo).
Coordenação viso-motora - É a integração entre os movimentos do corpo (globais e específicos) e a visão.
Disartria - Dificuldade na articulação de palavras devido a disfunções cerebrais.
Discalculia - Dificuldade para a realização de operações matemáticas usualmente ligadas a uma disfunção neurológica, lesão cerebral, deficiência de estruturação espaço-temporal.
Disgrafia - Escrita manual extremamente pobre ou dificuldade de realização dos movimentos motores necessários à escrita. Esta disfunção está muitas vezes ligada a disfunções neurológicas.
Dislalia - É a omissão, substituição, distorção ou acréscimo de sons na palavra falada.
Dislexia - Dificuldade na aprendizagem da leitura, devido a uma imaturidade nos processos auditivos, visuais e tatilcinestésicos responsáveis pela apropriação da linguagem escrita.
Disortografia - Dificuldade na expressão da linguagem escrita, revelada por fraseologia incorretamente construída, normalmente associada a atrasos na compreensão e na expressão da linguagem escrita.
Disgnosia - Perturbação cerebral comportando uma má percepção visual.
Dismetria - Realização de movimentos de forma inadequada e pouco econômica.
Dispnéia - Dificuldade de respirar.
DSM IV - É a classificação dos Transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. Descreve as características dos transtornos apresentando critérios diagnósticos. Ver o DSM IV no site psiqueweb: http://gballone.sites.uol.com.br/
Ecolalia - Imitação de palavras ou frases ditas por outra pessoa, sem a compreensão do significado da palavra.
Ecopraxia - Repetição de gestos e praxias.
Enurese - Emissão involuntária de urina.
Esfíncter - Músculo que rodeia um orifício natural. Em psicanálise, na fase anal está ligado ao controle dos esfíncteres.
Espaço-temporal - orientar-se no espaço é ver-se e ver as coisas no espaço em relação a si próprio, é dirigir-se, é avaliar os movimentos e adaptá-los no espaço. É a consciência da relação do corpo com o meio.
Etiologia - Estudo das causas ou origens de uma condição ou doença.
Figura fundo - Capacidade de focar visivelmente ou aditivamente um estímulo, isolando-o perceptivamente do envolvimento que o integra. Ex. identificar alguém numa fotografia do grupo ou identificar o som de um instrumento musical numa melodia.
Gagueira ou tartamudez - distúrbio do fluxo e do ritmo normal da fala que envolve bloqueios, hesitações, prolongamentos e repetições de sons, sílabas, palavras ou frases. É acompanhada rapidamente por tensão muscular, rápido piscar de olhos, irregularidades respiratórias e caretas. Atinge mais homens que mulheres.
Gnosia - Conhecimento, noção e função de um objeto. Segundo Pieron toda a percepção é uma gnosia.
Grafema - Símbolo da linguagem escrita que representa um código oral da linguagem.
Hipercinesia - Movimento e atividade motora constante e excessiva. Também designada por hiperatividade.
Hipocinesia - Ausência de uma quantidade normal de movimentos. Quietude extrema.
Impulsividade - Comportamento caracterizado pela ação de acordo com o impulso, sem medir as conseqüências da ação. Atuação sem equacionar os dados da situação.
Lateralidade - Bem estabelecida - implica conhecimento dos dois lados do corpo e a capacidade de os identificar como direita e esquerda.
Linguagem interior - O processo de interiorizar e organizar as experiências sem ser necessário o uso de símbolos lingüísticos. Ex.: o processo que caracteriza o analfabeto que fala, mas não lê nem escreve.
Linguagem tatibitate - É um distúrbio (e também de fonação) em que se conserva voluntariamente a linguagem infantil. Geralmente tem causa emocional e pode resultar em problemas psicológicos para a criança.
Maturação - É o desenvolvimento das estruturas corporais, neurológicas e orgânicas. Abrange padrões de comportamento resultantes da atuação de algum mecanismo interno.
Memória - Capacidade de reter ou armazenar experiências anteriores. Também designada como "imagem" ou "lembrança".
Memória cinestésica - É a capacidade da criança reter os movimentos motores necessários à realização gráfica. À medida que a criança entra em contato com o universo simbólico (leitura e escrita) vão ficando retidos em sua memória os diferentes movimentos necessários para o traçado gráfico das letras.
Morfema - É a menor unidade gramatical. Na palavra infelicidade encontramos três elementos menores cada um chamado de morfema: in (prefixo), felic (radical), idade (sufixo). Os morfemas são utilizados para construir outras palavras: o prefixo in é utilizado em outras palavras como invariável, invejável, inviável, por exemplo.
Mudez - É a incapacidade de articular palavras, geralmente decorrente de transtornos do sistema nervoso central, atingindo a formulação e a coordenação das idéias e impedindo a sua transmissão em forma de comunicação verbal. Em boa parte dos casos o mutismo decorre de problemas na audição. Os fatores emocionais e psicológicos também estão presentes em algumas formas de mudez. Na mudez eletiva a criança fica muda com determinadas pessoas ou em determinadas situações e em outras não.
Paratonia - É a persistência de uma certa rigidez muscular, que pode aparecer nas quatro extremidades do corpo ou somente em duas. Quando a criamnça caminha ou corre, os braços e as pernas se movimentam mal e rigidamente.
Percepção - processo de organização e interpretação dos dados que são obtidos através dos sentido.
a) Percepção da posição - do tamanho e do movimento de um objeto em relação ao observador.
b) Percepção das relações espaciais - das posições a dois ou mais objetos.
c) Consistência perceptiva - capacidade de precisão perceptiva das propriedade invariantes dos objetos como, por exemplo: forma, posição, tamanho etc.
d) Desordem perceptiva - Distúrbio na conscientização dos objetos, suas relações ou qualidade envolvendo a interpretação da estimulação sensorial.
e) Deficiência perceptiva - Distúrbio na aprendizagem, devido a um distúrbio na percepção dos estímulos sensoriais.
f) Perceptivo-motor - Interação dos vários canais da percepção como da atividade motora. Os canais perceptivos incluem: o visual, o auditivo, o olfativo e o cinestésico.
g) Percepção visual - Identificação, organização e interpretação dos dados sensoriais captados pela visão.
h) Percepção social - Capacidade de interpretação de estímulos do envolvimento social e de relacionar tais interpretações com a situação social.
Preservação - Tendência de continuar uma atividade ininterruptamente; manifesta-se pela incapacidade de modificar, de parar ou de inibir uma dada atividade, mesmo depois do estímulo causador ter sido suprimido.
Problemas de aprendizagem - São situações difíceis enfrentadas pela criança com um desvio do quadro normal mas com expectativa de aprendizagem a longo prazo (alunos multirrepetentes).
Praxia - Movimento intencional, organizado, tendo em vista a obtenção de um fim ou de um resultado determinado.
Rinolalia - Caracteriza-se por uma ressonância nasal maior ou menor que a do padrão correto da fala. Pode ser causada por problemas nas vias nasais, vegetação adenóide, lábio leporino ou fissura palatina.
Ritmo - Habilidade importante, pois dá à criança a noção de duração e sucessão, no que diz respeito à percepção dos sons no tempo. A falta de habilidade rítmica pode causar uma leitura lenta, silabada, com pontuação e entonação inadequadas.
Sincinesia - É a participação de músculos em movimentos aos quais eles não são necessários. Ex.: coloca-se um objeto numa mão da criança e pede-se que ela aperte, a outra mão também se fechará ao mesmo tempo. Ficar sobre um só pé, para ela é impossível. Há descontinuidade nos gestos, imprecisão de movimentos nos braços e pernas, os movimentos finos dos dedos não são realizados e, num dado ritmo, não podem ser reproduzidos através de atos coordenados, nem por imitação.
Sintaxe - Parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no discurso , bem como a relação lógica das frases entre si e a correta construção gramatical ; construção gramatical (Dicionário Aurélio)
Sinergia - Atuação coordenada ou harmoniosa de sistemas ou de estruturas neurológicas de comportamento.
Somestésico - Relativo à sensibilidade do corpo.
Bibliografia:

FONSECA, Vitor - Escola. Quem és tu? Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
ASSUNÇÃO, Elisabete da. COELHO, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. São Paulo, SP: Editora Ática, 2002.

"Uma prática coerente mostra o compromisso

com a profissão!"



TENHA UM FINAL DE SEMANA MARAVILHOSO!



O Lúdico na Educação Infantil

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quarta-feira, 10 de junho de 2009


Pessoal!

Trabalho com sugestões e produção de projetos criativos para sala de aula, como também auxílio e consultoria na produção do Projeto Político Pedagógico, Proposta Curricular e Regimento Escolar.

Entre em contato:


85-88593272

Contato profissional

Atendimento Psicopedagógico
Fortaleza - Ceará
Trabalho:
Dificuldades de Aprendizagem
Desenvolvimento da leitura e escrita através da ludicidade
Habilidades de estudos
Palestras e Oficinas
Contato: 85 - 88593272

Educar é tudo!

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Alguns pontos apresentados no estudo dos Parâmetros Curriculares Nacionais sobre o brincar:
 É imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências.
 No ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser.
 O principal indicador da brincadeira, entre as crianças, é o papel que assumem enquanto brincam.
 Nas brincadeiras, as crianças transformam os conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais com os quais brinca.

O brincar contribui, assim, para a interiorização de determinados modelos de adulto.
 Os conhecimentos da criança provêm da imitação de alguém ou de algo conhecido.
 É no ato de brincar que a criança estabelece os diferentes vínculos entre as características do papel assumido, suas competências e as relações que possuem com outros papéis, tomando consciência disto e generalizando para outras situações.
 Para brincar é preciso que as crianças tenham certa independência para escolher seus companheiros e os papéis que irão assumir no interior de um determinado tema e enredo.

Segundo os PCN's o brincar apresenta-se por meio de várias categorias. E essas categorias incluem:
 O movimento e as mudanças da percepção;
 A relação com os objetos e suas propriedades físicas;
 A linguagem oral e gestual que oferecem vários níveis de organização a serem utilizados para brincar; os conteúdos sociais, como papéis, situações, valores e atitudes que se referem à forma como o universo social se constroem;
 E, finalmente, os limites definidos pelas regras, constituindo-se em um recurso fundamental para brincar.

O brincar, de acordo com os estudiosos e pesquisadores do tema, pode ser dividido em duas grandes categorias:
 O Brincar Social: reflete o grau no quais as crianças interagem umas com as outras.
 O Brincar Cognitivo: revela o nível de desenvolvimento mental da criança.

Estas categorias de experiências podem ser agrupadas em quatro modalidades básicas de brincar:
 O brincar tradicional
 O brincar de faz-de-conta
 O brincar de construção
 O brincar educativo

Papel do educador na educação lúdica

"A esperança de uma criança, ao caminhar para a escola é encontrar um amigo, um guia, um animador, um líder - alguém muito consciente e que se preocupe com ela e que a faça pensar, tomar consciência de si e do mundo, e que seja capaz de dar-lhe as mãos para construir com ela uma nova história e uma sociedade melhor". (ALMEIDA,1987,p.195)

Para nós a formação do Educador Infantil, ganha em qualidade se, em sua sustentação, estiverem presentes três pilares:
I. Formação teórica
II. Formação pedagógica
III. Formação lúdica

Nós professores podemos através das experiências lúdicas infantis obtermos informações importantes no brincar espontâneo ou no brincar orientado. Estas descobertas podem definir critérios tais como:
 A duração do envolvimento em um determinado jogo;
 As competências dos jogadores envolvidos;
 O grau de iniciativa, criatividade, autonomia e criticidade que o jogo proporciona ao participante;
 A verbalização e linguagem que acompanham o jogo;
 O grau de interesse, motivação, satisfação, tensão aparente durante o jogo.
 Construção do conhecimento;
 Evidências de comportamento social.


“O professor deve ter na sua prática a ação de pesquisador e mediador do conhecimento, favorecendo as descobertas infantis e tendo como base a afetividade”. *Alessandra Caldeira da Costa
O Lúdico na Educação Infantil

-O papel do professor
-A Brincadeira como fonte de aprendizagem

"O brincar é uma necessidade básica e um direito de todos. O brincar é uma experiência humana, rica e complexa." (ALMEIDA, MT P, 2000)

O brincar, de acordo com os estudiosos e pesquisadores do tema, pode ser dividido em duas grandes categorias:
 O Brincar Social: reflete o grau no quais as crianças interagem umas com as outras.
 O Brincar Cognitivo: revela o nível de desenvolvimento mental da criança.

Oficina do Livro didático

Um grande abraço para os professores de educação infantil de Juazeiro do Norte e Pacajus pelo encontro e oficina.
Beijos!